Introducción……………………………………………….1
Defensa de la memoria y de los contenidos…………………4
La mentira de la motivación……………………………………..9
La falacia de la igualdad……………………………………13
La falsedad de la enseñanza obligatoria……………….….20
Las buenas intenciones……………………………………26
La buena educación………………………………………31
Por qué se debe estudiar filosofía…………………………35
Por qué no se debe estudiar religión en la escuela pública…39
La enseñanza participativa………………………………..47
La formación del profesorado…………………………….50
“a defesa de uma educação rigorosa é de esquerda”;
“consulta-se o que já se sabe” (sobre a falácia do Google e dos trabalhos de “investigação” dos alunos da escola secundária);
“todo o professor que não entende o saber como um valor enganou-se no ofício”;
“falar de qualidade enquanto o problema da indisciplina não estiver resolvido é um discurso vazio”;
“apenas nos problemas sexuais a esquerda é mais pragmática do que a direita”;
“quem quiser ver sempre meninos felizes, que se faça palhaço de circo” (e não professor!);
“ensinar parece-se mais com a arte de amar do que com uma ciência”;
“a seita pedagógica já se infiltrou na universidade”;
“estude-se filosofia como um antídoto contra a pedantearia” e “educar religiosamente é manipulação”.


«porque cuando la enseñanza pública se degrada hasta tales extremos, salen ganando los que pueden pagarse un colegio privado»O que vai acontecer inevitavelmente é criar uma elite intelectual.Parece-me que não é preciso nenhum génio para perceber o que vai mal no ensino público. Toda a gente sabe bem por onde passa a resolução do problema.Padre António Vieira não tem que parecer divertido, nem tem que ser divertido. Mas é bom que o professor passe os meninos que estudam um resumo do Padre António Vieira. Se não os passar, a tónica é posta na falta de capacidade de ensinar do professor e não na incapacidade do aluno compreender o que leu (mas os meninos hoje em dia não lêem Padre António Vieira. Lêem, quando muito, um resumo de um dos sermões.)Bah! Dá-me raiva falar do estado do ensino público. Não adianta falar! É como se se falasse numa língua que ninguém quer entender… Claro! Está bem claro porquê: em terra de cegos, quem tem olho é rei.
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