A crise não curou a doença no centro

É raro ver tanta lucidez de esquerda, à mistura com tão mau feitio numa mulher que já foi uma matemática portuguesa – a sangria da imigração.
Uma aula a não perder sobre a crise actual. O ponto de vista da periferia:
“A crise (financeira de 2008) não curou a doença (civilizacional)  no centro (EUA e Europa)”.

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