Faço este post para registo de pensamento sobre a última polêmica bolsonariana. Este é um assunto sobre o qual penso mal e que terei de pensar com calma e com ajuda de outras pessoas. Desde já agradeço todos os contributos.
No final faço minhas as palavras de um outro blogueiro e são essas também as minhas conclusões provisórias.

Nesta tabela, chama a atenção que o número de focos aumentou significativamente no Brasil – 85%, passando de 41.404 para 76.720 focos. Neste mesmo período, no entanto, houve aumento ainda mais significativo em outros países da região amazônica: 112% na Bolívia, 144% na Guyana, 120% na Guyana Francesa!!!, 106% no Peru e 128% no Suriname.
Os dados vêm da página https://velhogeneral.com.br/2019/08/23/so-o-brasil-pode-salvar-a-amazonia/ e faço mina a conclusão dele.
Conclusão
“Os dados mostram que as queimadas existem, representam um problema e que o Brasil deve, com toda a certeza, tomar providências no sentido de minimizar ao máximo o problema. No entanto, os mesmos dados mostram que as tendências, se preocupantes, não são alarmantes como a mídia e autoridades internacionais tem procurado fazer parecer, e se mantém mais ou menos estáveis há alguns anos, não havendo diferença significativa entre o atual governo e os anteriores. As demonstrações de autoridades internacionais e da grande imprensa de forma geral parecem muito mais explorar esses dados no sentido de minar a gestão do presidente Jair Bolsonaro, notoriamente tido como “persona non grata” por correntes ideológicas de esquerda.
O país deve sim atacar os problemas, e a postura do presidente Bolsonaro com relação ao assunto talvez não tenha sido a mais adequada; no entanto, este é um problema do Brasil e que deve ser resolvido pelo governo e povo brasileiros. Diante do que parece ser um ataque midiático coordenado, o governo deve traçar uma estratégia também coordenada e bem estruturada, atuando em diversas frentes, incluindo comunicação interna e externa, negociação político/diplomática, fortalecimento de alianças, desenvolver as políticas de preservação e, muito importante, fortalecer nossa capacidade de Defesa visando a dissuasão de tentativas de intimidação como as que estamos presenciando.
A Amazônia, sendo uma região de enorme importância, merece atenção mundial, tanto quanto as savanas africanas, a tundra siberiana, o Ártico ou tantas outras regiões quiçá ainda mais ameaçadas que a própria Amazônia. No entanto, o Brasil não deve aceitar a intromissão em assuntos internos do país. Apesar dos problemas, nós temos, como nação, todas as condições de lidar com a questão, e isso deve ficar claro para o mundo. Afinal, somos o país que conservou a maior floresta tropical do mundo, e, apesar das acusações de mortandade indígena, somos o único país do planeta que ainda mantém tribos indígenas isoladas, sem contato com a civilização.
A Amazônia, sendo uma região de enorme importância, merece atenção mundial, tanto quanto as savanas africanas, a tundra siberiana, o Ártico ou tantas outras regiões quiçá ainda mais ameaçadas que a própria Amazônia. No entanto, o Brasil não deve aceitar a intromissão em assuntos internos do país. Apesar dos problemas, nós temos, como nação, todas as condições de lidar com a questão, e isso deve ficar claro para o mundo. Afinal, somos o país que conservou a maior floresta tropical do mundo, e, apesar das acusações de mortandade indígena, somos o único país do planeta que ainda mantém tribos indígenas isoladas, sem contato com a civilização.
Sabemos a dimensão dos nossos problemas, e não podemos e nem devemos ceder a pressões externas baseadas em dados alarmistas e falaciosos. “
Albert Caballé Marimón
