Um livro: o longo e tortuoso caminho da invenção do amor no Ocidente

“El Libro de buen amor narra las andanzas de un clérigo que vive en un dilema morrocotudo: seguir el buen amor (a Dios) o entregarse al loco amor (carnal). Él se debe a su cristiano oficio de guiar las almas hacia la virtud pero no puede reprimir el instinto de buscar ayuntamiento con “hembra placentera”. Y no lo tiene fácil. Como le cuesta convencer a las candidatas, el arcipreste eleva una queja formal al dios del amor por publicidad engañosa, desatención y malas prácticas. La cosa cambia cuando contrata alcahuetas, grandes intercesoras del trato amoroso medieval. Su favorita es la astuta Trotaconventos, con la que establece una provechosa sociedad.”

in http://cultura.elpais.com/cultura/2010/06/09/actualidad/1276034402_850215.html

4 pensamentos sobre “Um livro: o longo e tortuoso caminho da invenção do amor no Ocidente”

  1. O que esse livro tem de interessante, além da figura da alcoviteira, é a história do vendedor que desenha um cabritinho da amada antes de partir de viagem. Quando regressa, o cabrito transformou-se em carneiro, pintura feita pelo pintor, amante da dita cuja.A visão que O clérigo nos dá do amor, não é propriamente de um amor puro. Há livros bem mais interessantes nesse campo. Olhe, «Um amor puro» de Agustina Izquierdo. Já leu?

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  2. Na sua versão heterossexual? Não me parece que El buen amor ou a literatura medieval pressuponha algo mais que não seja a heterossexualidade. Estamos a falar do mesmo conceito?

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  3. o amor homossexual se não é inventado é pelo menos bem esboçado no mundo helénico, veja http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_%28mitologia%29 . na verdade as mulheres enquanto seres inferiores não são dignas de ser amadas, quando muito devem ser objecto da paixão (tal como uma mula ou uma cabra, e montadas!). na alta idade média a mulher, pelas suas qualidades excelsas, começa finalmente a ser digna de ser amada e por isso escrevi que \”no Sec. XIV o amor, na sua versão heterossexual, está a ser inventado…\”.sinceramente, se não tem nada para dizer de inteligente cale-se em vez de fazer perguntas pretensiosas e vá ler, não se arme em culto(a)!

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