Tornar a razão popular

Estamos rodeados de mitos, intuições mal formadas e superstições diversas. Fazem-se as afirmações mais extraordinárias e fornecem-se provas aristotélicas débeis, indícios diáfanos, sinais ambíguos…
“Deus é bom”, porque os antigos disseram. “Há fantasmas” porque ouvi barulhos em casa… e por ai fora.
Todos esquecem que afirmações extraordinárias exigem provas igualmente extraordinárias!
A razão é a única arma que temos, nada mais. Essa estranha ferramenta que se contradiz logo que se afirma é o único salva-vidas à nossa disposição, poucos o apanham e quase sempre sem admitirem preferir morrer afogados.

Pag 9 – A ignorância prende e o saber liberta
     13 – A universidade francesa de hoje continua cousiniana
     37 – A filosofia como substituto actual dos grandes discursos totalizantes (psicanálise, marxismo, cristianismo)
     38 – A Bíblia e O Capital empalidecem enquanto o Corão brilha.
     39 – A crescente demanda de filosofia.
     57 – “Aquilo que tem o seu preço tem pouco valor.” Nietzsche
     68 – A desmonetização da palavra, um sinal da barbárie dosa nossos tempos.
     72 – A prova do filósofo é a sua vida filosófica.
     75-76 – O povo “horroroso”
     91 – Epicuro: A amizade é a conjugação de duas forças para melhor alcançar o projecto de uma vida bem sucedida.
    95 – Fazer a revolução sem tomar o poder.

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